
PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS DORES
Conto-lhes uma certo causo que não é bem causo nem acaso. Está para Ocaso:
Certa vez um rei soube dos planos de seus inimigos para lhe tomar o trono. O tão rei era um verdadeiro canastrão. Um rei mais para regente que para soberano.
Sabendo das canalhices e armadilhas que os inimigos preparavam, o tal rei decidiu reunir tudo quanto pôde, em serviçais, bens e outros souveniers. Fretou uns bons aviões e partiu para uma terra distante, donde possuía alguns bons amigos que certamente lhe dariam guarida neste momento de aflição.
Chegando à casa de seus anfitriões o Rei, por ser rei, foi metralhando ordens à torta e à direita; "era uma vez um hóspede", pensou o anfitrião, prevendo as mazelas futuras decorrentes do espirituoso rei.
O Rei se lambuzou, deitou e rolou, e ralhou e xingou e grunhiu. Fez o diabo! Até que o anfitrião começava a sentir o peso de sua hospitalidade. Mandava recados "reais" ao rei usurpador questionando quanto ao regresso às terras reais, a reconquista do trono. E o tal rei, sabedor da desaventurança do por vir em terras alheias, decidiu voltar. Por fim voltou, não sem antes causar mais algumas contendas e armando um bom barraco feminino. Mas nessa volta nem todos os que com ele vieram, puderam voltar - uma questão de logística e puxa-saquismo. Os que ficaram, ainda tinham em sí, em seus espíritos a nobreza do serviço à vossa magestade; e sem vossa magestade como ficariam estes mucamos, mulambos, mundanos, morenos? Se uniram afim de manter viva a chama do brasão Real. Se portavam como se estivessem na corte, andavam como se fosse em palácios, brandiam como se estivessem defendendos suas idéias contra os pensamentos de algum "lord" estrangeiro. Enfim, eram reis sem coroas, servidores sem pátria e ainda assim ostentavam esse "quê" e ostracismamente retiravam de seu séquito os que não tivessem qualquer ligação com a Coroa, fossem pobre ou ricos. Loucura? Não... Rio de Janeiro.
E nos meus tempos de faculdade eu já dizia: "Olha gente, esse povo não é flor que se cheire. Eles vão acabar ferrando o mundo todo. Pois com eles é assim: nadou, andou, pulou, voou, rastejou; eles comem. Quem não sabe cozinhar e come cru, nunca apreciará os prazeres da mesa."
Pois está aí. Eu disse! Hoje eles são a maior potência emergente, concorrente, displicente do mundo. Um bando de gente que fede à beça. Que não usa garfo; que não se veste, se enrola. Parece que vivem num eterno luscofusco. Nunca ví nenhum deles de olhos realmente abertos. Poluem como mal-educados que são. Roubam empregos diretos de pessoas como você e eu e ainda nos fazem engolir seus produtos manufaturados cuja validade é de 2 meses - sem garantia. Uma Nação que produz cópias de tudo, como chegará à ser uma nação desenvolvida. Desenvolver ja é por si só antônimo de Copiar. Lá não tem liberdade de expressão: eu nem posso dizer que os odeio! Sarcozi que fez bonito, casou com modelo e disse a eles: "Jeux Olympiques. Je ne vais pas"
Mon Dieu, até quando ? Se Mao fosse Bom não teria vivido lá. Quase todas as nações do hemisfério norte tem em suas bandeiras a cor vermelha em sinal das conquistas que só alcançam em função da morte de centenas e milhares de pessoas em sua história. Já nós aqui da parte de Baixo, temos o Verde e o Amarelo em quase todas as bandeiras, porque temos saúde, natureza, alegria e calor. Já eles: todos gélidos no azul, mortíferos no vermelho, e ávidos pelo amarelo que vale ouro.
Apoio as forças do Dalai. E agora me vem o McCain dizer que o G-8 é do Brasil e tem-se que tirar a Rússia: Má Quem quer um presidente Muy amigo desses??? Se a cortina é de ferro e a guerra é fria, não consigo entender o aquecimento global; é por causa de quê?
Conto-lhes uma certo causo que não é bem causo nem acaso. Está para Ocaso:
Certa vez um rei soube dos planos de seus inimigos para lhe tomar o trono. O tão rei era um verdadeiro canastrão. Um rei mais para regente que para soberano.
Sabendo das canalhices e armadilhas que os inimigos preparavam, o tal rei decidiu reunir tudo quanto pôde, em serviçais, bens e outros souveniers. Fretou uns bons aviões e partiu para uma terra distante, donde possuía alguns bons amigos que certamente lhe dariam guarida neste momento de aflição.
Chegando à casa de seus anfitriões o Rei, por ser rei, foi metralhando ordens à torta e à direita; "era uma vez um hóspede", pensou o anfitrião, prevendo as mazelas futuras decorrentes do espirituoso rei.
O Rei se lambuzou, deitou e rolou, e ralhou e xingou e grunhiu. Fez o diabo! Até que o anfitrião começava a sentir o peso de sua hospitalidade. Mandava recados "reais" ao rei usurpador questionando quanto ao regresso às terras reais, a reconquista do trono. E o tal rei, sabedor da desaventurança do por vir em terras alheias, decidiu voltar. Por fim voltou, não sem antes causar mais algumas contendas e armando um bom barraco feminino. Mas nessa volta nem todos os que com ele vieram, puderam voltar - uma questão de logística e puxa-saquismo. Os que ficaram, ainda tinham em sí, em seus espíritos a nobreza do serviço à vossa magestade; e sem vossa magestade como ficariam estes mucamos, mulambos, mundanos, morenos? Se uniram afim de manter viva a chama do brasão Real. Se portavam como se estivessem na corte, andavam como se fosse em palácios, brandiam como se estivessem defendendos suas idéias contra os pensamentos de algum "lord" estrangeiro. Enfim, eram reis sem coroas, servidores sem pátria e ainda assim ostentavam esse "quê" e ostracismamente retiravam de seu séquito os que não tivessem qualquer ligação com a Coroa, fossem pobre ou ricos. Loucura? Não... Rio de Janeiro.
E nos meus tempos de faculdade eu já dizia: "Olha gente, esse povo não é flor que se cheire. Eles vão acabar ferrando o mundo todo. Pois com eles é assim: nadou, andou, pulou, voou, rastejou; eles comem. Quem não sabe cozinhar e come cru, nunca apreciará os prazeres da mesa."
Pois está aí. Eu disse! Hoje eles são a maior potência emergente, concorrente, displicente do mundo. Um bando de gente que fede à beça. Que não usa garfo; que não se veste, se enrola. Parece que vivem num eterno luscofusco. Nunca ví nenhum deles de olhos realmente abertos. Poluem como mal-educados que são. Roubam empregos diretos de pessoas como você e eu e ainda nos fazem engolir seus produtos manufaturados cuja validade é de 2 meses - sem garantia. Uma Nação que produz cópias de tudo, como chegará à ser uma nação desenvolvida. Desenvolver ja é por si só antônimo de Copiar. Lá não tem liberdade de expressão: eu nem posso dizer que os odeio! Sarcozi que fez bonito, casou com modelo e disse a eles: "Jeux Olympiques. Je ne vais pas"
Mon Dieu, até quando ? Se Mao fosse Bom não teria vivido lá. Quase todas as nações do hemisfério norte tem em suas bandeiras a cor vermelha em sinal das conquistas que só alcançam em função da morte de centenas e milhares de pessoas em sua história. Já nós aqui da parte de Baixo, temos o Verde e o Amarelo em quase todas as bandeiras, porque temos saúde, natureza, alegria e calor. Já eles: todos gélidos no azul, mortíferos no vermelho, e ávidos pelo amarelo que vale ouro.
Apoio as forças do Dalai. E agora me vem o McCain dizer que o G-8 é do Brasil e tem-se que tirar a Rússia: Má Quem quer um presidente Muy amigo desses??? Se a cortina é de ferro e a guerra é fria, não consigo entender o aquecimento global; é por causa de quê?

